Seemed-love

Dayane Jenifer,14 anos.01/09, Brasilia-DF, Virginiana, alegre, bipolar, chata, adoro dar conselhos, Guns'n roses, Red hot chili Peppers, Coldplay, slikpknot, one direction, bob esponja, ben 10, percy Jackson e os olimpianos, gosto de conversar, escultar desabafos.

Sentada na janela do 13º andar de seu prédio, ela pensava em uma única solução para acabar com aqueles sentimentos que estavam te fazendo mal. Desistir ou continuar? Dúvida cruel, não? Todos os seus pensamentos, histórias e acontecimentos ruins lhe viam na cabeça, e sua única vontade de acabar com tudo, era maior ainda. Mas lá no fundo, no fundo mesmo do seu coração,onde nem ela sabia que existia mais, havia lembranças.. Lembranças boas de sua infância, e de sua vida em si. Ela não conseguiu se conter, e as lágrimas foram caindo. Entrou num completo momento nostálgico. Muitas lágrimas caiam […] Mas em meio a elas haviam sorrisos. Sorrisos que mostrava saudade do que se era lembrado, momentos que ficaram para trás. Então ela parou de sonhar com o seu passado e acordou pra sua realidade, que era outra. Logo sua dor passou por cima de suas lembranças e tomou conta do seu coração e da sua mente novamente. Então levantou-se, segurou levemente na janela por trás, e ficou cara a cara com a morte. Seu corpo queria a morte, mas se olhasse bem seus olhos, qualquer um via que não era isso que ela queria por completo. Ela estava dividida, metade dela queria morrer e a outra queria viver e tentar mudar sua vida, mas ela optou pelo que te machucava mais, que era aquela dor imensa. Então antes que desistisse, ela se jogou. Não demorou muito e logo uma multidão se juntou. Todos estranharam o grande barulho, e foram ver o que tinha acontecido. Todos ficaram assustados ao ver aquele corpo todo destruido e estirado no chão. Entraram imediatamente em contato com a familia dela. Ao chegarem lá, seus pais entraram em total desespero em ver o corpo de sua filha ali e naquela situação. O dia amanheceu e la estava sua mãe ainda ao seu lado chorando, e com certeza tentando entender o que causou aquela atitude. Logo mais tarde,pessoas,amigos e familiares se juntaram no velório , e logo em seguida foram enterrá-la. Uma roda se formou em volta do buraco onde ela seria enterrada, e sussurros eram ouvidos […] Porque ela se matou? Ela tinha algum problema? Ela devia ser louca… diziam, enquanto seus pais estavam em prantos. Mas é isso que todos pensam sempre né?! Que a pessoa é louca, doente… E não tentam entender e muito menos ajudar. Hoje 3 anos depois do suicídio, seus pais, amigos.. Ainda carregam uma incógnita. Porque? Porque dessa atitude? O que ela sentia? Porque ela sofria? Mas isso eles nunca mais iriam descobrir. Quando tiveram oportunidade de participar, saber e ajudar mais na vida dela, eles abandonaram-a, e agora já era tarde demais.

Sentada na janela do 13º andar de seu prédio, ela pensava em uma única solução para acabar com aqueles sentimentos que estavam te fazendo mal. Desistir ou continuar? Dúvida cruel, não? Todos os seus pensamentos, histórias e acontecimentos ruins lhe viam na cabeça, e sua única vontade de acabar com tudo, era maior ainda. Mas lá no fundo, no fundo mesmo do seu coração,onde nem ela sabia que existia mais, havia lembranças.. Lembranças boas de sua infância, e de sua vida em si. Ela não conseguiu se conter, e as lágrimas foram caindo. Entrou num completo momento nostálgico. Muitas lágrimas caiam […] Mas em meio a elas haviam sorrisos. Sorrisos que mostrava saudade do que se era lembrado, momentos que ficaram para trás. Então ela parou de sonhar com o seu passado e acordou pra sua realidade, que era outra. Logo sua dor passou por cima de suas lembranças e tomou conta do seu coração e da sua mente novamente. Então levantou-se, segurou levemente na janela por trás, e ficou cara a cara com a morte. Seu corpo queria a morte, mas se olhasse bem seus olhos, qualquer um via que não era isso que ela queria por completo. Ela estava dividida, metade dela queria morrer e a outra queria viver e tentar mudar sua vida, mas ela optou pelo que te machucava mais, que era aquela dor imensa. Então antes que desistisse, ela se jogou. Não demorou muito e logo uma multidão se juntou. Todos estranharam o grande barulho, e foram ver o que tinha acontecido. Todos ficaram assustados ao ver aquele corpo todo destruido e estirado no chão. Entraram imediatamente em contato com a familia dela. Ao chegarem lá, seus pais entraram em total desespero em ver o corpo de sua filha ali e naquela situação. O dia amanheceu e la estava sua mãe ainda ao seu lado chorando, e com certeza tentando entender o que causou aquela atitude. Logo mais tarde,pessoas,amigos e familiares se juntaram no velório , e logo em seguida foram enterrá-la. Uma roda se formou em volta do buraco onde ela seria enterrada, e sussurros eram ouvidos […] Porque ela se matou? Ela tinha algum problema? Ela devia ser louca… diziam, enquanto seus pais estavam em prantos. Mas é isso que todos pensam sempre né?! Que a pessoa é louca, doente… E não tentam entender e muito menos ajudar. Hoje 3 anos depois do suicídio, seus pais, amigos.. Ainda carregam uma incógnita. Porque? Porque dessa atitude? O que ela sentia? Porque ela sofria? Mas isso eles nunca mais iriam descobrir. Quando tiveram oportunidade de participar, saber e ajudar mais na vida dela, eles abandonaram-a, e agora já era tarde demais.

(vía be-my-prince-forever)


Olá. Tudo bem? Acredito que não…
Eu também sei o que é sei o que é se sentir perdida. Sei o que é se perder em meio ao choro e as confusões das palavras. Sei o que é querer voltar no tempo e não poder. Se sentir sozinha e presa em um mundo só seu. Eu sei o que é passar horas ouvindo problemas dos outros enquanto lágrimas se espalham pelo meu rosto. Sei o que é pedir desculpa mesmo quando o erro não é seu. Sei o que é passar o dia com aperto no peito e não ter ninguém para abraçar. Sei o que é respirar fundo e levantar a cabeça para impedir que as lágrimas caiam. Sei o que é sair de casa no meio dessas ruas tão estreitas apenas para olhar o céu e me esconder por entre as árvores para chorar até a dor passar. Todos já viraram as costas quando eu mais precisei. Aliás, ninguém estendeu uma mão, apenas me chutaram para o fundo do poço. Sei o que é querer ficar trancada no quarto enquanto o mundo lá fora continua. Sei o que é rezar todas as noites para não acordar no dia seguinte. E bom, te digo uma coisa. 
Chorar não fez com que o tempo voltasse ou parasse. Chorar não trouxe quem eu queria para perto de mim. Gritar não foi suficiente para que as pessoas ouvissem e os pedidos de desculpas não fizeram ninguém voltar.                      
Então eu percebi… as coisas estão ruins, mas não se abale, podem piorar. 

Olá. Tudo bem? Acredito que não…

Eu também sei o que é sei o que é se sentir perdida. Sei o que é se perder em meio ao choro e as confusões das palavras. Sei o que é querer voltar no tempo e não poder. Se sentir sozinha e presa em um mundo só seu. Eu sei o que é passar horas ouvindo problemas dos outros enquanto lágrimas se espalham pelo meu rosto. Sei o que é pedir desculpa mesmo quando o erro não é seu. Sei o que é passar o dia com aperto no peito e não ter ninguém para abraçar. Sei o que é respirar fundo e levantar a cabeça para impedir que as lágrimas caiam. Sei o que é sair de casa no meio dessas ruas tão estreitas apenas para olhar o céu e me esconder por entre as árvores para chorar até a dor passar. Todos já viraram as costas quando eu mais precisei. Aliás, ninguém estendeu uma mão, apenas me chutaram para o fundo do poço. Sei o que é querer ficar trancada no quarto enquanto o mundo lá fora continua. Sei o que é rezar todas as noites para não acordar no dia seguinte. E bom, te digo uma coisa. 

Chorar não fez com que o tempo voltasse ou parasse. Chorar não trouxe quem eu queria para perto de mim. Gritar não foi suficiente para que as pessoas ouvissem e os pedidos de desculpas não fizeram ninguém voltar.                      

Então eu percebi… as coisas estão ruins, mas não se abale, podem piorar

(vía anesthesia-please)


E se é pra deixar rolar, então que seja. Viva sua vida, aproveite o máximo. Vá onde eu não deixava você ir. Faça o que eu não te deixava fazer. Fale mal de mim para os seus amigos, e diga à eles o quanto eu sou implicante e histérica. Fique com outras meninas, se apaixone. Faça isso, e depois perceba que eu sou tudo o que você sempre quis. Se afaste, mas não saia da minha vista. Solte a minha mão, mas me segure quando eu estiver prestes a cair. Faça isso, pois eu também farei. Eu ainda preciso de você. Mesmo sendo apenas como amigo, eu preciso. Preciso do seu abraço. Das suas piadas sem graça. Do seu sorriso que me conforta. E se o destino quiser, quem sabe um dia, você volte a ser meu. Se cuida por mim, afinal, eu não posso mais cuidar.  

E se é pra deixar rolar, então que seja. Viva sua vida, aproveite o máximo. Vá onde eu não deixava você ir. Faça o que eu não te deixava fazer. Fale mal de mim para os seus amigos, e diga à eles o quanto eu sou implicante e histérica. Fique com outras meninas, se apaixone. Faça isso, e depois perceba que eu sou tudo o que você sempre quis. Se afaste, mas não saia da minha vista. Solte a minha mão, mas me segure quando eu estiver prestes a cair. Faça isso, pois eu também farei. Eu ainda preciso de você. Mesmo sendo apenas como amigo, eu preciso. Preciso do seu abraço. Das suas piadas sem graça. Do seu sorriso que me conforta. E se o destino quiser, quem sabe um dia, você volte a ser meu. Se cuida por mim, afinal, eu não posso mais cuidar.  

(Fuente: rocknrollgirl)

Eu cansei de mim, eu cansei das pessoas, cansei de tentar recomecar, de acordar e de passar horas tentando pegar no sono imaginando coisas que eu mal sei o que sao. Cansei de cansar e cansei mais ainda de tentar nao cansar.

“O dia estava ensolarado, o vento batia em meus cabelos levando mais nostalgia até mim, vi poucas pessoas na rua. Tudo estava aparentemente normal. Mesmas pessoas, mesmos lugares, mesmas brisas. Menos o fato de que eu finalmente estava esquecendo ele. Porra, até confesso que isso me deixou feliz. Ta bom, super feliz. Em menos de uma semana ele certamente não passaria de mais um desconhecido. Foi tão bom pensar assim, tanto que no caminho de casa, depois da escola, a única coisa que pensava era nisso, mesmo estando acompanhada de um amigo. O silêncio entre nós era imenso, mas dentro de mim a folia reinava. E do inesperado ele fala comigo pra quebrar o gelo “Ele anda falando coisas de você pra mim…” Sem entender -ou fingir- nada, somete falei um “o que?”, no fundo eu queria saber se tinha entendido bem e pra minha surpresa ele respondeu exatamente com a mesma frase. Confesso, quase gelei por completo naquele momento, minhas mãos suaram e na ponta da minha língua haviam dezenas, talvez centenas, de perguntas. Fiquei pensando “O que ele falou de mim? Tá brincando comigo né? Meu Deus, será que aquele galinha disse para ele que me ama?” mas a única coisa que saiu da minha boca foi um riso de deboche e um “Fala sério”, e ele me respondeu “É sério, ele anda comentando até demais sobre você.”. “Será que isso é verdade?” pensei.Cheguei em casa, larguei minha mochila em um canto da sala, tirei meus velhos tenis e os deixei atirados perto ta porta. Fui correndo tomar banho, e creio que fiquei quase uma hora sentada embaixo do chuveiro, pensando no que meu amigo tinha pena me dito. Quando desliguei o chuveiro, consegui ouvir a música que meu vizinho estava escutando. Era a Equalize, da Pitty. Tudo bem, você deve estar achando isso normal. Mas o estranho é que ele sempre colocava aquela música as 18:14hrs. Pois é. Dezoito e quatorze. Nem um minuto a mais, nenhum minuto a menos. Enfim, continuando… fui correndo pro meu quarto com os cabelos pingando, peguei meu celular, e adivinhe, uma chamada perdida. De quem? Dele. É, estranho. Ele nunca me ligava. Mas não fiz nada de mais além de excluir a chamada e jogar o celular na cama. Naquele dia fui dormir mais cedo, ou melhor, deitei na minha cama mais cedo. Pois os pensamentos me deixaram acordada por umas duas horas, creio.No outro dia foi a mesma coisa, mesmas pessoas e mesmo lugares. Cheguei em casa e exatamente, para meu re-espanto, as 18:14hrs aquela bendita música começou a tocar. Será que aquilo era um sinal de outro mundo? Não sei. Confesso, nem me importo. Como não podia, ou não queria, fazer nada só comecei a cantar -na realidade, gritar- junto a música “e eu vou equalizar vocêee”. E bem nessa hora, meu celular tocou, e sim, era ele… felizmente, ou infelizmente, que seja. Atendi:— Alô?— Não tem mais meu numero gravado? — Tenho sim, mas você que não ligou pra saber disso. Diga logo o que quer.— Quero falar contigo, amor.— Não me chame de amor agora, por f… — Ele me interrompe.— Shhh! Eu te amo.(silêncio)— Não vai me responder nada?Fique calada naquele momento, não sabia o que falar, nem se deveria falar, e no meio disso só disse:— Ótimo.— Só vai dizer “ótimo”? Não tem mais nada pra falar? —Respondeu ele.— Quer ouvir um “eu te amo também”?— Não exatamente isso, mas já esta bom.(risos)— Porra, eu te amo mesmo. Amo demais, mais do que deveria, e amo desde sempre. Ontem mesmo pensei que tinha te esquecido, mas merda, não foi assim. —Falei quase gritando.— Que horas passo ai?— AGORA! — Ei… eu te amo. Não esquece disso, e nem de mim.— Velho, vem logo.Dei uma risada e desliguei. E foi nesse exato momento que cheguei a conclusão de que não havia esquecido dele, na realidade, somente tinha esquecido do motivo que me fazia amar: o sorriso dele.”

O dia estava ensolarado, o vento batia em meus cabelos levando mais nostalgia até mim, vi poucas pessoas na rua. Tudo estava aparentemente normal. Mesmas pessoas, mesmos lugares, mesmas brisas. Menos o fato de que eu finalmente estava esquecendo ele. Porra, até confesso que isso me deixou feliz. Ta bom, super feliz. Em menos de uma semana ele certamente não passaria de mais um desconhecido. Foi tão bom pensar assim, tanto que no caminho de casa, depois da escola, a única coisa que pensava era nisso, mesmo estando acompanhada de um amigo. O silêncio entre nós era imenso, mas dentro de mim a folia reinava. E do inesperado ele fala comigo pra quebrar o gelo “Ele anda falando coisas de você pra mim…” Sem entender -ou fingir- nada, somete falei um “o que?”, no fundo eu queria saber se tinha entendido bem e pra minha surpresa ele respondeu exatamente com a mesma frase. Confesso, quase gelei por completo naquele momento, minhas mãos suaram e na ponta da minha língua haviam dezenas, talvez centenas, de perguntas. Fiquei pensando “O que ele falou de mim? Tá brincando comigo né? Meu Deus, será que aquele galinha disse para ele que me ama?” mas a única coisa que saiu da minha boca foi um riso de deboche e um “Fala sério”, e ele me respondeu “É sério, ele anda comentando até demais sobre você.”. “Será que isso é verdade?” pensei.
Cheguei em casa, larguei minha mochila em um canto da sala, tirei meus velhos tenis e os deixei atirados perto ta porta. Fui correndo tomar banho, e creio que fiquei quase uma hora sentada embaixo do chuveiro, pensando no que meu amigo tinha pena me dito. Quando desliguei o chuveiro, consegui ouvir a música que meu vizinho estava escutando. Era a Equalize, da Pitty. Tudo bem, você deve estar achando isso normal. Mas o estranho é que ele sempre colocava aquela música as 18:14hrs. Pois é. Dezoito e quatorze. Nem um minuto a mais, nenhum minuto a menos. Enfim, continuando… fui correndo pro meu quarto com os cabelos pingando, peguei meu celular, e adivinhe, uma chamada perdida. De quem? Dele. É, estranho. Ele nunca me ligava. Mas não fiz nada de mais além de excluir a chamada e jogar o celular na cama. Naquele dia fui dormir mais cedo, ou melhor, deitei na minha cama mais cedo. Pois os pensamentos me deixaram acordada por umas duas horas, creio.
No outro dia foi a mesma coisa, mesmas pessoas e mesmo lugares. Cheguei em casa e exatamente, para meu re-espanto, as 18:14hrs aquela bendita música começou a tocar. Será que aquilo era um sinal de outro mundo? Não sei. Confesso, nem me importo. Como não podia, ou não queria, fazer nada só comecei a cantar -na realidade, gritar- junto a música “e eu vou equalizar vocêee”. E bem nessa hora, meu celular tocou, e sim, era ele… felizmente, ou infelizmente, que seja. Atendi:
— Alô?
— Não tem mais meu numero gravado? 
— Tenho sim, mas você que não ligou pra saber disso. Diga logo o que quer.
— Quero falar contigo, amor.
— Não me chame de amor agora, por f… — Ele me interrompe.
— Shhh! Eu te amo.
(silêncio)
— Não vai me responder nada?
Fique calada naquele momento, não sabia o que falar, nem se deveria falar, e no meio disso só disse:
— Ótimo.
— Só vai dizer “ótimo”? Não tem mais nada pra falar? —Respondeu ele.
— Quer ouvir um “eu te amo também”?
— Não exatamente isso, mas já esta bom.
(risos)
— Porra, eu te amo mesmo. Amo demais, mais do que deveria, e amo desde sempre. Ontem mesmo pensei que tinha te esquecido, mas merda, não foi assim. —Falei quase gritando.
— Que horas passo ai?
— AGORA! 
— Ei… eu te amo. Não esquece disso, e nem de mim.
— Velho, vem logo.
Dei uma risada e desliguei. E foi nesse exato momento que cheguei a conclusão de que não havia esquecido dele, na realidade, somente tinha esquecido do motivo que me fazia amar: o sorriso dele.


Mas a vida é assim, às vezes ela nos separa das pessoas que mais amamos.

Mas a vida é assim, às vezes ela nos separa das pessoas que mais amamos.